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Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Homens admiráveis.


Flávio Augusto
A melhor fórmula pra ter uma vida ordinária é tendo um comportamento ordinário. 
A melhor forma de adquirir um comportamento ordinário é sendo condicionado pelo próprio sistema, o maior interessado em mantê-lo na mediocridade.

Como ele faz isso?
É natural que aprendamos em casa de maneira orgânica. 
Afinal, nossa família quer o melhor pra nós e sempre procura transmitir o que aprendeu ao longo da vida com o sistema. 
"É mais seguro"
Além disso, aprendemos a ter um comportamento ordinário dentro da própria escola, onde, além de coisas boas pra nossa educação, é na escola que também aprendemos a seguir a boiada.

O que é seguir a boiada?
O comportamento ordinário, ou seja, estudar por décadas, decorando informações que logo esqueceremos depois da prova e que pouco farão sentido ou terão utilidade no futuro, a fim de pendurar um diploma na parede e conseguir arrumar um emprego, onde a grande maioria passará uma vida abaixo de seu potencial, sem liberdade e condenado à aposentadoria do INSS que mudará suas regras várias vezes no meio do jogo.
Seguir a boiada é ficar refém de políticos, acreditar que sua vida depende deles e por isso, ficando vulnerável a cair na conversa mole e propagandas enganosas de campanhas feitas por astutos marketeiros.
Seguir a boiada é acreditar que trabalhar é um martírio, um castigo ou um mal necessário. 
É ficar murmurando no domingo à noite porque chegou a segunda feira e sair pulando do escritório porque chegou a sexta feira, dia em que se sente livre da desgraça que acha que é trabalhar.
Seguir a boiada é se sentir esperto porque cola na prova, porque não devolveu o troco errado no ônibus e se sentir malandro porque deu propina pro guardinha pra não ser multado.
Seguir a boiada é baixar filme de forma ilegal na internet, comprar jogos piratas e fazer gato pra roubar energia elétrica e TV a cabo. 
Seguir a boiada é criar uma licença moral pra fazer tudo isso criando a justificativa de que os políticos também roubam e por isso, você tem que dar o troco. 
Qual o problema? 
Todo mundo faz!
É impossível alcançar resultados extraordinários tendo comportamentos ordinários. 
É impossível extrapolar os limites impostos pela sociedade tendo como proposta de vida o mesmo comportamento da boiada.

Quer mais da vida?
Saia do padrão criado pra te limitar. 
Geralmente, a vida que você tanto deseja está escondida em lugares que você tem medo de entrar. 
Certamente, essa vida não está nas escolhas ordinárias, nas escolhas mais seguras e tampouco onde exista uma placa dizendo: estabilidade.

Não existe fórmula para resultados extraordinários, mas uma coisa é certa: pra conquistar resultados extraordinários é preciso estar bem distante desse modelinho medíocre que lhe apresentaram quando você chegou neste mundo.

post: Marcelo Ferla
fonte: Geração de Valor
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Jack R. Thornell



Essa foto de James Meredith sendo baleado por um atirador de elite chamado Aubrey James Norvell valeu um Prêmio Pultizer.
James Meredith foi o primeiro afro-americano a se formar pela Universidade do Mississippi. 
A Universidade proibia a entrada de negros, mas uma decisão da Suprema Corte dos EUA havia proibido a segregação em escolas que recebessem verbas públicas. 
Mas Meredith e a equipe legal da NAACP (National Association for the Advancement of Colored People, ou "Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor") sabiam que não bastava mudar a lei, era preciso forçar a sua aplicação. 
Em 1961, Meredith tentou se matricular duas vezes na Universidade do Mississippi, sem sucesso, apesar de suas ótimas notas. 
O advogado contratado em seu nome pela NAACP, recorreu à Justiça alegando práticas segregacionistas, e o caso chegou à Suprema Corte.
O governador do Mississippi, Ross Barnett, estava disposto a impedir Meredith de se matricular, inclusive patrocinando um projeto de lei na assembléia legislativa do Mississippi feita sob encomenda para barrá-lo, mas o Ministro da Justiça dos EUA, Robert Kennedy, interveio com Barnett para impedi-lo de mudar a lei, que proibiria pessoas condenadas pelo Código Penal de Mississippi de entrarem em escolas estaduais (Meredith havia sido condenado por ser negro e pedir registro de eleitor, o que era proibido no Mississippi).
A Suprema Corte decidiu a favor de Meredith e no dia primeiro de outubro de 1962, ele fez História e entrou para a Universidade do Mississippi. 
Os brancos locais fizeram uma insurgência e o Presidente da República John F. Kennedy enviou 500 homens do Serviço Federal para conter a revolta, e para reforços chamou a Guarda Nacional e a Polícia do Exército, o 503o, O Batalhão da Polícia Militar e a Patrulha da Fronteira. 
Duas pessoas morreram--inclusive um jornalista francês-- 160 agentes federais e 40 soldados e membros da Guarda Nacional foram feridos.
James Meredith superou o racismo dos colegas de universidade e se formou em ciência política. Aprofundou os estudos na Universidade de Ibadan na Nigéria. 
Voltou aos EUA em 1965 para participar do movimento pela aplicação da Lei do Direito ao Voto, daquele mesmo ano. 
No dia seis de junho de 1966, ele começou uma marcha solitária de Memphis, no Tennessee, para Jackson, no Mississippi, anunciando que pretendia se registrar como eleitor, como a nova lei permitia. 
Eram mais de 220 milhas que ele pretendia percorrer a pé para chamar a atenção da comunidade afro-americana e encorajá-la a enfrentar as ameaças-- inclusive de morte-- que sofriam toda vez que tentavam se registrar como eleitores. 
A certa altura da marcha ele próprio levou um tiro de Aubrey James Norvell. 
A sua agonia, registrada nas lentes de Jack R. Thornell numa foto que lhe valeria o Pulitzer no ano seguinte, ganhou as manchetes de todo o país e imediatamente a SCLC (Southern Christian Leadership Conference, ou "Conferência de Lideranças dos Cristãos do Sul") de Martin Luther King Jr. e a SNCC (Student Non-Violent Coordination Committee, ou "Comitê Não-Violento de Coordenação Estudantil) de Stokely Carmichael, bem como o Human Rights Medical Committee ("Comitê Médico de Direitos Humanos"), Cleveland Sellers e Floyd McKissick se juntaram à marcha para terminar o trajeto que Meredith começou. 
Com o tempo, pessoas de todo o país, negras e brancas, se juntaram à marcha, que ficou conhecida como Marcha Contra o Medo.
A Marcha Contra o Medo enfrentou vários obstáculos. 
Alimentados por mutirões e dormindo em acampamentos, seus integrantes ganharam as páginas dos jornais e viraram notícia internacional. 
Carmichael chegou a ser preso em 16 de junho, em Greenwood no Mississippi, por supostamente invadir propriedade pública; após algumas horas na cadeia ele voltou à marcha, que havia parado para fazer um comício, e nele fez seu célebre discurso "Black Power", que popularizou a expressão. 
Em Canton, no Mississippi, a polícia estadual atacou a marcha, inclusive com gás lacrimogênio, deixando dezenas de feridos, um em estado grave. 
Os feridos foram acolhidos pelas freiras de uma escola católica nos arredores.
James Meredith sobreviveu ao tiro e, como se não bastasse, recebeu alta do hospital a tempo de se juntar à Marcha Contra o Medo na véspera de sua chegada a Jackson, no dia 25 de junho. 
Naquela altura, a marcha já contava com 15 mil manifestantes. 
Eles foram recebidos por um show gratuito de James Brown. 
Pelo menos quatro mil eleitores negros do Mississippi foram direto da marcha para obter seu registro eleitoral.
James Meredith ainda está vivo e tem 83 anos. 
Um personagem feito de carne e osso e coragem o bastante para dar a cara à tapa e enfrentar o racismo. 
No processo, reuniu ao seu redor as forças sociais que fizeram dele o epicentro de dois episódios históricos na luta contra o racismo. 
Hoje, há uma estátua em sua homenagem na Universidade do Mississippi. 
O combate ao racismo é um combate autêntico, porque não depende se super-heróis para ser travado. 
Não cabe sequer às personalidades mais famosas como Martin Luther King, Jr. e Malcolm X. 
Depende de maneira mais decisiva da participação de todas as pessoas de carne e osso, conquanto tiverem coragem para dar a cara à tapa.

post: Marcelo Ferla
fonte: Pense, é grátis.
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Budismo.



"Se achas que os seus sonhos não vão se realizar, podes pensar que precisas fazer mais, ou pensar e criar mais estratégias. 
Na verdade, o que você pode estar precisando é de menos ruído vindo para você de dentro e fora, para que você tenha o espaço para que a verdadeira intenção de seu coração germine e floresça".

Thich Nhat Hanh
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Budismo.



"Perceba a transitoriedade de cada instante, faça o seu melhor, planeje, trabalhe, pratique os ensinamentos, faça de sua vida uma grande aventura em direção à sabedoria perfeita e à compaixão ilimitada."

Monja Coen Roshi
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Sexy Girl's.


Conheça as Sexy Girl’s, as garotas que arrasam em qualquer lugar e situação com sua beleza e sensualidade.
Elas são provocantes, charmosas, muito ousadas e muito atrevidas sem a necessidade de ser vulgares, mostrando todo o erotismo e feminilidade da mulher.
Curta ai!






























































































































































































Post: Marcelo Ferla


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